sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Conspiração silênciosa


A Terra é um pequeno e raro planeta que vem possibilitando a vida biológica dos seres advindos do carbono, habitado por nós, seres humanos gerados pelo húmus, e por isso mesmo, dependemos dela! Apesar disso, infelizmente, estamos correndo o risco de sermos extintos porque acabamos criando e aprendendo a conviver com a destruição da camada mais exterior do planeta, impermeabilizando o solo e a atmosfera além de estimularmos o egoísmo, a violência e uma infinidade de iniqüidades. Com isso somos continuamente expostos ao medo, a dor e a tristeza e acabamos nos tornando sofredores continuamente assustados com a poluição, o aquecimento global, o risco eminente de catástrofes e de mais exclusão. Reativa e condicionadamente, essa situação nos leva para o consumo exagerado de todos os tipos de coisas inúteis e de drogas, o que agrava mais ainda a situação, apesar de proporcionar alívio devido à sensação de anestesia momentânea. Mas, simultaneamente, um movimento silencioso, tranqüilo e oculto está acontecendo, e certas pessoas estão sendo tomadas por uma dimensão mais elevada, como uma espécie de luz que as desperta e remete para um estado de amor incondicional, consigo mesmas e pelos próximos, com sentimentos de plenitude e fé!
Esta conspiração vai produzindo uma revolução silenciosa que está se instalando de dentro para fora e de baixo para cima! É uma operação global. Uma conspiração espiritual. Existem células dessa operação em cada canto do mundo, fazendo que atual percepção horizontal, superficial, imediata e material do nosso planeta, também inclua as dimensões verticais, profundas, implicativas e espirituais. Sua manifestação é sutil, atuando como uma espécie de onda que vai sensibilizando e mobilizando cada vez mais pessoas, até que essa onda se torne uma espécie de tsunami da consciência, devido à quantidade de seres vibrando com ela, produzindo a massa crítica necessária para mais um salto quântico de evolução!
Dificilmente a grande massa alienada no consumo, nas dívidas e no trabalho, irá assistir na TV, ouvir nos rádios ou ler a respeito dessa conspiração nos jornais. Porque, por um lado, a mídia da sociedade de consumo ainda não está sensível e corajosa para divulgar esse movimento e, por outro lado, aqueles que estão engajados nele não estão buscando glória, não usam uniformes e nem fazem questão do poder ou da gratidão. Por isso o processo vai acontecendo sem alarde.
Os membros dessa conspiração são recrutados por meio da luz do autoconhecimento que, inevitavelmente, produz ampliação da consciência e compromissos com a humanidade e com o planeta, ao adquirirem ideais de inclusão, sustentabilidade, ecologia e amor universal. Então, essas pessoas vão surgindo de diversas formas, lugares, cores, formações, idades e quantidades diferentes, e são oriundas das mais variadas raças, culturas, costumes, credos religiosos e classes sociais. Porém, cada novo adepto passa por uma espécie de rito onde ele tem que morrer, para sair dos condicionamentos e dos aprendizados paralisantes, para poder renascer orientado na direção do caminho da luz da consciência, convicto de que ele tem que servir para ser. Porém, muitos servidores dessa nova ordem trabalham anonimamente e silenciosamente, fora de cena e dos holofotes, em cada cultura do mundo, nas grandes e pequenas cidades, em suas montanhas e vales, fazendas, vilas, tribos ou ilhas remotas.
A maioria das pessoas cruza por seus servidores nas ruas e nem percebem, porque eles seguem disfarçados, sem aparições espetaculares, realizando seus ofícios, que se tornou sagrado, sem se importarem com quem irá ficar com os louros da vitória, porque, para eles, o servir é mais importante do que o ter e, neste sentido, já encontraram a maior recompensa.
Muitas vezes os participantes dessa conspiração se encontram pelas ruas, trocam olhares de reconhecimento e seguem seus caminhos, a maioria está disfarçada em seus empregos comuns e normais, mas sempre que podem, despem-se de suas personas normóticas e realizam o verdadeiro trabalho, apesar de que mesmo disfarçados e imiscuídos na multidão inconsciente e enredada nos automatismos seu trabalho está sendo feito, porque a consciência da presença sempre irá interferir na ambiência, ou seja, no entorno objetivo e intersubjetivo.
Esse novo “exército da consciência” lentamente está construindo um novo mundo com o poder de seus corações e mentes, com alegria e paixão, apesar de toda adversidade e iniqüidade da nossa realidade. São guerreiros pacíficos e silenciosos que cumprem as ordens do poder superior, representante da inteligência espiritual unitiva, jogando bombas suaves de amor sem que ninguém note. Essas bombas muitas vezes são veiculadas nos poemas, abraços, músicas, fotos, filmes, livros, palestras, aulas, entrevistas, palavras carinhosas, meditações, preces, danças, ativismo social, sites, blogs, atos de bondade ou até de indignação, caridade ou solidariedade.
Cada guerreiro da consciência se expressa de forma única e pessoal, com talentos e dons individuais, mas todos estão engajados no mesmo propósito que é a mudança que queremos ser e ver no mundo! Essa é a força que move seus corações, dando a cor-agem para promoverem à transformação silenciosa que provocará a mudança de paradigma necessária, contribuindo para a evolução criativa e espiritual da humanidade. Eles estão conscientes que suas ações devem ser silenciosas e humildes, apesar te terem o poder de todos os oceanos juntos. Eles vão contribuindo lenta e meticulosamente na trans-formação humana, promovendo o amor como a maior e legítima religiosidade do planeta, sem pré-requisitos de grau de educação e sem conhecimentos excepcionais para essa compreensão, porque esse conhecimento nasce da inteligência do coração, escondida pela eternidade, no pulso espiritual e evolucionário presente na imanência de todo ser humano.
Então, que cada indivíduo seja a mudança que quer ver acontecer no mundo, pois ninguém pode fazer esse trabalho por você! Desta forma, sincronicamente, você está sendo recrutando para se juntar a esse exército que têm todos os seus membros continuamente de portas, coração e mentes abertas! Em pé e a ordem para o trabalho de edificação de um mundo mais livre, igual e fraterno.
PAZ e BEM

WALDEMAR MAGALDI FILHO (wmagaldi@gmail.com) é psicólogo, especialista em Psicologia Junguiana, Psicossomática e Homeopatia. Autor do livro: “DINHEIRO, SAÚDE E SAGRADO – interfaces culturais, econômicas e religiosas à luz da psicologia analítica”. Mestre e doutor em Ciências da Religião, que atuou tanto no meio corporativo de empresas multinacionais quanto no comércio varejista. Atualmente, atende clientes em seu consultório, apresenta palestras em empresas, coordena e ministra aulas nos cursos de Psicologia Junguiana; Psicossomática e Dependências, Abusos e compulsões da FACIS - Faculdade de Ciências da Saúde de São Paulo.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Entrevista Monja Coen

Queridos,

Segue o link de uma entrevista com a Monja Coen no Bate Papo UOL. Maravilhoso ouvir a trajetória desta grande mestra.

http://tc.batepapo.uol.com.br/convidados/arquivo/religiao/ult1756u36.jhtm

Amor e paz

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Queridos leitores do blog, estava em retiro e aos poucos vou retomando as postagens. Espero que estejam todos bem. Deixo vocês com o primeiro de 10 vídeos do querido lama Samten falando sobre a ação do Buda em meio ao mundo.

Amor e Paz!

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Noite de Lua Cheia



Queridos,


Mais um ano se encerra e assim entramos naquele processo de reflexão do que foi positivo, do que precismos melhorar, o que precisa ser reforçado e o que precisa de fato ser ultrapassado. Neste último ano muitos entraram em contato com este blog, desta forma entrei em contato com novos irmãos e encontrei novos "caminhantes", pessoas maravilhosas que buscam trilhar o difícil caminho espiritual. Agradeço então a todos que contribuíram com o Meditar e que tornaram este espaço um lugar de profunda reflexão. Que 2010 venha cheio de novidades interessantes e que possamos continuar a construir esta imensa rede de benefício a todos os seres. Agradeço também a esta imensa rede de blogs, extremamente sérios, que buscam o contato de forma genuína e pura. Não poderia deixar de agradecer a generosidade de todos os mestres que permitem a publicação e divulgação de seus maravilhosos textos.


Em janeiro estarei viajando mas espero poder continuar em fevereiro esta nossa bela troca de experiências.


Boas festas!!!! Um 2010 cheio de saúde, amor e muita paz!!!!!


Aproveitem a virada contemplando a Lua Cheia.


Com carinho,


Marcio - Padma Jigme

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Que possamos celebrar este momento com muita sabedoria.
Um feliz natal para todos.

Amor e paz!!!!

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

A DISTRAÇÃO


Inúmeras pessoas crêem que a meditação deve necessariamente ser um estado desprovido de todos os pensamentos. Ora, quando elas meditam, pensamentos aparecem e elas concluem disso que são incapazes de meditar, que a meditação é um exercício completamente fora de seu alcance. Esse a priori é um erro: meditar não é apagar todo pensamento. Como abordar o problema dos pensamentos?É preciso, antes de tudo, evitar dois erros: 1 - O primeiro é não tomar consciência de que os pensamentos se produzem nem segui-los maquinalmente;2 - O segundo é procurar dete-los.A atitude justa será, ao contrário, estar consciente da produção dos pensamentos, mas sem segui-los nem procurar para-los, mas simplesmente não ocupar-se deles. Se não nos ocupamos dos pensamentos, os pensamentos não tem força. Enquanto não conhecemos a natureza de nossa mente, esta produz pensamentos, que tanto podem ser positivos como negativos, dotados de uma grande força sobre nós mesmos, pois eles são apreendidos como reais. Sem esta apreensão, os pensamentos não tem nenhuma força. Quando deixamos a mente relaxada, vem de início um momento em que ela permanece sem pensamentos. Esse estado estável é como um mar sem ondas. Nessa estabilidade, surge em seguida um pensamento. Este é como uma onda que se forma na superfície do mar. Na medida em que deixamos este pensamento sem nos ocuparmos dele, sem o "deter", ele esvanece-se por si mesmo na mente de onde emanou. É como a onda que se desfaz de novo no mar de onde surgiu. 0 mar e a onda, se não refletimos sobre isso, podem aparecer como duas realidades separadas. De fato, elas são indiferenciadas em essência, pois a essência da onda é a água, bem como a essência do mar também o é. Não podemos dizer que ambos sejam entidades diferentes. Ondas sobem à superfície do mar, mas nada podem fazer alem de fundir-se de novo no mar.No entanto, não podemos dizer que o mar estaria de início diminuído ou que estaria em seguida aumentado. Da mesma maneira, quando deixamos acontecer o movimento dos pensamentos sem nos ocuparmos deles, nossa mente não se encontra deteriorada quando os pensamentos se produzem, e ela não se encontra melhorada quando é desprovida de pensamentos. Enquanto não tivermos compreendido o que é a mente, somos um pouco como aquele que estando na praia pensasse que o mar deve absolutamente ser desprovido de ondas. Quando uma onda vem em sua direção, ele desejaria agarrá-la e joga-la para um lado, depois, agarrar a seguinte e joga-la do outro lado. E mesmo quando, independentemente de seus esforços, o mar se acalmasse por instantes, seria inevitável que ondas se formassem de novo ali. Aquele que esperasse estabelecer um mar definitivamente desprovido de ondas só poderia estar constantemente decepcionado. Querer, durante a meditação, eliminar os pensamentos, é colocar-se na mesma situação. Quando ondas surgem do mar, elas recaem no mar. Na realidade, o mar e as ondas não são diferentes. Se compreendemos isso, permanecemos sentados na praia, relaxados: não há então nem fadiga nem dificuldade. Do mesmo modo, quando observamos a essência de nossa própria mente, que existam pensamentos ou não, é sem importância; permanecemos simplesmente - relaxados.

do livro "Meditação - Conselhos aoPrincipiante" de Bokar Rimpoche

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Introdução a meditação

POR QUE MEDITAR?

Os homens são afligidos por sofrimentos, angustias e medos inumeráveis que são incapazes de evitar. A meditação tem por função eliminar esses sofrimentos e essas angustias. Pensamos, geralmente, que felicidades e sofrimentos surgem de circunstancias exteriores. Sempre atarefados, de uma ou de outra maneira, a reorganizar o mundo, tentamos afastar um pouco de sofrimento aqui, acrescentar um pouco de felicidade ali, sem jamais alcançar o resultado desejado. 0 ponto de vista budista, que também é o ponto de vista da meditação, considera, ao contrario, que felicidades e sofrimentos não dependem fundamentalmente das circunstancias exteriores, mas da própria mente. Uma atitude de mente positiva engendra a felicidade, uma atitude negativa produz o sofrimento. Como compreender esse engano que nos faz procurar fora aquilo que podemos encontrar dentro? Uma pessoa de rosto limpo e nítido ao se olhar em um espelho vê um rosto limpo e nítido. Aquele cujo rosto e sujo e maculado de lama vê no espelho um rosto sujo e maculado. Em verdade, o reflexo não tem existência; só o rosto existe. Esquecendo o rosto, tomamos seu reflexo por real. A natureza positiva ou negativa de nossa mente se reflete nas aparências exteriores que nossa própria imagem nos envia. A manifestação exterior é uma resposta a qualidade de nosso mundo interior. A felicidade que desejamos não virá da reestruturação do mundo que nos cerca, mas da reforma de nosso mundo interior. 0 indesejável sofrimento só cessará na medida em que não embotarmos nossa mente com todos os tipos de negatividades. Enquanto não reconhecermos que felicidades e sofrimentos tem sua origem em nossa própria mente, enquanto não soubermos distinguir o que, por nossa mente, é proveitoso ou nocivo, e que a deixamos a sua insalubridade ordinária, permanecemos impotentes para estabelecer um estado de felicidade autêntica, impotentes para evitar as contínuas ressurgências do sofrimento. Qualquer que seja nossa esperança, ela é sempre decepcionada. Se, ao descobrirmos no espelho a sujidade de nosso rosto, decidíssemos lavar o espelho, mesmo que esfregássemos fortemente durante anos com sabão e água em abundância, nada aconteceria, nem a mínima sujeira, nem a mínima mancha desapareceria do reflexo. Por falta de orientarmos nossos esforços para o objeto justo, eles permanecem perfeitamente vãos. Eis por que o budismo e a meditação tem por primordial compreender que felicidades e sofrimentos não dependem fundamentalmente do mundo exterior, mas de nossa própria mente. Na falta dessa compreensão, nunca nos voltaríamos para o interior e continuaríamos a investir nossa energia e nossas esperanças numa vã busca exterior. Uma vez adquirida essa compreensão, podemos lavar nosso rosto: o reflexo surgiria limpo no espelho. [...]

do livro "Meditação - Conselhos ao Principiante" de Bokar Rimpoche

Consciência

(...)Ser uma boa pessoa faz parte da estrutura do ego de que falamos. Chega um momento em que constatamos ser impossível sobreviver neste universo a menos que se desenvolva uma estratégia. Para alguns, a estratégia é ofensiva; para outros é ficar pequena e invisível. A sua estratégia é ser uma boa pessoa, ter uma boa aparência e agradar a todos. Contudo, a estratégia fundamental de todos será sempre: vou me proteger, de qualquer maneira e não quero saber a que preço. Com o tempo, esta estratégia se torna a decisão de base que norteia a nossa vida (o ego) porque não temos consciência dela. A nossa prática (atenção) é estar perfeitamente consciente disso, não racionalmente, mas em cada célula óssea de nosso corpo.
Por exemplo, o que você descreve—este encolher até chegar quase a desaparecer—você não estaria agindo assim se não fosse a manifestação de uma decisão. Houve um momento em que você decidiu que a única forma de sobrevivência seria de recorrer a esta estratégia. Você aprendeu (provavelmente sem ter consciência do que fazia) que sentindo-se ameaçada você encolheria. E o que você aprendeu na vida até agora é agir desta forma. Ir ao encontro de qualquer ameaça como?
O que fazemos na prática é aumentar a consciência da atividade incessante do ego. Quando meditamos com inteligência estamos fazendo isto, clarificando a estratégia do ego—conscientes das sensações no corpo, ouvindo nossos pensamentos desordenados—o que nos permite observar como esta estratégia domina nossas vidas. Só então é que podemos verdadeiramente avaliar que este tigre que nos tiraniza é vazio e que não precisamos estar a mercê de nada tão irreal. Nossa decisão pode não ter sido tola então, mas agora é tola e inadequada. Já não é necessária.

CHARLOTTE JOKO BECK

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Precioso Buda

Queridos,

Assistam esse bonito documentário (em 5 partes) sobre a vida do precioso Buda.
Segue a sinopse da BBC:

"Este documentário recria a vida de alguém que nunca quis ser venerado como um Deus, mas que mudou para sempre a história da humanidade em busca de paz e felicidade eterna. Quinhentos anos antes de Cristo um jovem príncipe deixou seu palácio e iniciou uma viagem pelo norte da Índia. Suas experiências definiram uma filosofia de vida que hoje tem mais de 400 milhões de praticantes. A filosofia Budista cresce dia após dia e mais pessoas, cada vez mais jovens, se interessam sobre os ensinamentos de Buda.No início do século XIX, um grupo de arqueólogos e exploradores ocidentais encontrou em Lumbini, um pequeno povoado do Nepal, o lugar de nascimento de Buda, o que os permitiu descobrir alguns segredos de sua vida. Uma pesquisa profunda, com testemunhos de especialistas e as últimas descobertas arqueológicas."

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Pare de se perturbar




[...] A razão para um retiro solitário é se libertar de distúrbios. Mas o que é isso que te perturba? Você se perturba. Então, se você não perturbar a si mesmo, já está pronto.Em outras palavras, a ênfase não está no ambiente, mas no modo como você reage ao ambiente. Nossas mentes ficam agitadas e perturbadas pela nossa perseguição aos objetos dos cinco sentidos. Se podemos controlar isso, já temos realização em retiro solitário.Se o problema realmente estivesse nos cinco tipos de objetos sensoriais, eles também deveriam perturbar cadáveres. Então, viva em um lugar onde você não se perturbe, ou seja, onde você pare de perturbar a si mesmo.
Gyatrul Rinpoche (China, 1924 ~)
"Natural Liberation"

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Darmapada


Queridos,

"Em outubro, chegou aos leitores de todo o país a principal e mais difundida obra do cânone budista, o Darmapada (ou “Versículos do darma” ou ainda “A doutrina budista em versos”). Preservados primeiramente de forma oral, os aforismos éticos e morais ditos por Buda foram registrados por escrito no século I a.C., no Ceilão, atual Sri Lanka. Agora, os ensinamentos proferidos por Sidarta Gáutama (aproximadamente 563 - 483 a.C.), o Buda, chegam à Coleção L&PM POCKET traduzidos direto do páli por Fernando Cacciatore de Garcia, diplomata brasileiro aposentado e grande estudioso de Buda, do budismo e do páli."

Confiram aqui. uma entrevista do tradutor.

Amor e paz!!!

sábado, 5 de dezembro de 2009

O Zen e a pratica na vida pessoal e coletiva

Palestra da Monja Coen sensei - "Zen Budismo: prática na vida pessoal e coletiva", proferida durante o evento "Budismo no mundo contemporâneo", no CEBB Caminho do Meio, Viamão - RS.